Seguidores

sexta-feira, 4 de março de 2011

NO PAYOL COM OS TRAPUS!!!



Trapus de Luxo é isso: uma mistura de carros velhos com latas de lixo, frascos vazios de Roundap, paiol fudido e cheio de goteira, urina de ratos e osso podre, cuecas rasgadas e sujas, bebedeiras homéricas com VIBE, catuaba e cerveja Zanny, véio Carlito de cueca e sem chapa dando um baile na cozinha de madrugada, MD tomando mijo a noite toda, HC quebrando coisas e bufando, bufando, e dizendo que se tivesse um revólver dava um tiro naquele miserável de rato que não para de roer e cagar, e fica passando o tempo todo por aquela viga, Roger na bateria no seu tradiocional "cú-pá, cú-pá, pá-cú, pá-cú" o retardado, vc errou de volta, não é assim burro... MD, jogue esse copo de mijo, boka de mula... agora Ramones, não Shadow Play, é lá, si e dó... Senhora dos Olhos Tristes... o Dudex esqueci meu cabo dentro da parata, o parachoque tá que nem uma tesoura, o Duda, o Duda, vamos comprar uma F1000 e vamos pro Paraguay, tem uma Russa falando comigo, O Ky vai fazer mais um clipe nosso, compre mais gole viado, o Digo tem um gaio ai??? Sei lá, tô noyado, a última vez que fumei me deu um bad... Dudão seu jodido, pare de tomar mijo!!! Agora Senhora dos Olhos Tristes, Motorhome, Motorhead, Motofest, Texas King tem quer mais fodido, aquela frase do Cardoso é muito cristã, tem que ser assim: "Vem ai o evento que vai estourar seus olvidos!" Respire enquanto toca por favor!!! Essa bosta de mesa tá circuitando, pedal do diabo, toque praga, toque viado, toque burro, vamo praga TOQUEEE!!!
Enfim, é tudo uma trapiera! La trapiêra!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Lucifers Friends (Amigos de Lucifer)



Vamos retornar à 1970, naquela época a Inglaterra atravessava um de seus períodos mais musicais, novas bandas surgiam aos montes e a declaração de Paul Mc Cartney, em abril daquele ano, de que nunca mais voltaria a trabalhar com os Beatles, fazia que de certa forma a mídia voltasse suas atenções a esses novos talentos.

Deixamos a Inglaterra de lado e vamos para a Alemanha, que em se tratando de Rock não significava muita coisa em 1970. No mesmo ano era formado o Lucifer’s Friend com todos os integrantes provenientes da banda Asterix, o tecladista Peter Hecht, o baixista Dieter Horns, o baterista Joachin Rietenbach e o guitarrista Peter Hesslein, que se juntaram ao vocalista inglês John Lawton.

O álbum de estréia, que levaria o nome da banda, foi uma espécie de resposta alemã ao Rock dos ingleses do Deep Purple, Uriah Heep, Led Zeppelin com o disco chegando a alcançar posições satisfatórias tanto nas paradas alemãs como nas inglesas. Mas como nem tudo é perfeito, a crítica do Reino Unido rotulou o Lucifer’s Friend como nada mais que um clone descarado do Uriah Heep, sem contar que muitos achavam que a faixa que abria o álbum, Ride The Sky, era um plágio de Immigrant Song do Led Zeppelin, lançado alguns meses antes. Anos depois John Lawton declarou, como na época das acusações, que tudo não passava de coincidência. Plágio sim, plágio não, o primeiro álbum chamou bastante a atenção com a banda fazendo em 1971 sua primeira tour pelo concorrido solo Inglês.

Lucifer’s Friend, o álbum, além de suas 8 brilhantes faixas, conseguiu assustar os mais sensíveis com uma capa, digamos, um tanto “cavernosa” para aquela época, com aquela famosa dupla de sujeitos mau encarados, um com pinta de gangster e outro que parece mais o cruzamento do primeiro ministro inglês Wiston Churchill com o corcunda de Notre Dame, frente a um beco perfeito para se cometer um crime. Com o passar dos tempos a capa desse disco de estréia da banda se tornou “cult”.

Mesmo depois do sucesso de Lucifer’s Friend a banda não conseguiu emplacar no cenário Hard Rock europeu. Os lançamentos posteriores nem de longe alcançam a qualidade do primeiro disco, com a banda se tornando um grupo de estúdio já que os shows diminuíam a cada ano. Em 1976 Lawton deixa a banda e substitui David Byron no Uriah Heep, sendo substituído no Luficer’s Friends pelo escocês Ian Cussick.


Faixas:
1. Ride the Sky
2. Everybody’s Clown
3. Keep Goin’
4. Toxic Shadows
5. Free Baby
6. Baby You’re a Liar
7. In the Time of Job When Mammon Was a Yippie
8. Lucifer’s Friend
9. Rock 'N' Roll Singer
10.Satyr's Dance
11.Horla
12.Our World Is A Rock 'N' Roll Band
13.Alpenrosen

Formação:
Peter Hecht (Teclados)
Dieter Horns (Baixo)
John Lawton (Vocal)
Joachim Rietenbbach (Bateria)
Peter Hesslein (Guitarra)

1º Irati Rock Moto Festival




Neste utimo final de semana, dias 18, 19 e 20, aconteceu o 1º Encontro de Motos e Motor Homes em Irati. O evento foi no Parque Aquático, onde cerca de 50 Motor Homes (casas sobre rodas) permaneceram, juntamente com diversas motos de integrantes de motoclubes de todo Paraná. Os veículos participantes são atrativos, o que chamaram a atenção dos moradores da região, e, além disto, simultaneamente aconteceu o 1º Irati Motorock Festival, promovido pela Secretaria Municipal de Patrimônio Histórico, Turismo, Cultura, Lazer e Desportos. Seis bandas iratienses que interpretam diferentes vertentes do rock subiram ao palco para animar o público presente no 1º Encontro de Motos e Motor Homes. No sábado, o festival começou às 16h00 com a apresentação das bandas Sem Systema e Trapus de Luxo. Os Trapus de Luxo fizeram uma apresentaçao no melhor estilo hard rock e punk rock, com doses generosas de bom humor e sarcasmo, disparados ao microfone pelo irrequieto vocalista e guitarrista Henry. Acima uma foto da performance.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

1º MD Sarau Literário



Aconteceu nesta última quinta-feira, 17/02 o 1º MD Sarau Literário. O evento foi uma iniciativa particular da pessoa física de MD que já há tempos possui inclinações para as artes em geral. O evento foi em sua casa mesmo, o que deixou o clima mais descontraído e os visitantes e participantes mais a vontade para inclusive até ficarem semi-nus e alguns desnudos. MD sempre apreciou o nu-artístico, e considera Adão e Eva os nossos primeiros-pais, como precursores do movimento. "Basta olhar a criação e ver nela que inexiste propósitos de apelação ou sexismo, é uma manifstação natural, o homem natural, assim como os animais criados para seguirem seus extintos e não usarem nenhuma veste para cobrir suas vergonhas, já que não são vergonhas, desde que as exibem com naturalidade e nenhum pudor, então suas vergonahs não deixam ninguém envergonhados, nem eles mesmo se envergonham de suas vergonhas, se é que são vergonhas", comenta MD em entrevista. O evento contou também com a comercialização de livros, periódicos, panfletagem e intervenções de músicos, dramaturgos, poetas, andejos, trovadores e afins. Sem dúvida, uma noite inesquecível, que venham outras, assim é que a cultura de um povo ainda resiste, na clandestinidade. Acima o anfitrião MD, em plena atividade literária em seu acervo peremptório, captado pela objetiva de HC.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Eu só quero você e mais nada!



Kelly...
Minha menina-mulher
Minha moça-menina
Há um ano que estamos caminhando sob o mesmo sol
Cobiçando o mesmo horizonte
Trilhando as sendas da eternidade
Conhecendo os Segredos do Universo
Com nossas próprias mãos
E nossos próprios corações.
Um salmo de amor,
Uma promessa de amor feita sob o luar,
E rosas de amor
É o que te ofereço neste dia que a Nova Era
Nós é confirmada...
Já estamos nela meu amor.
Estamos num circulo de fogo
E meu coração queima por ti
O amor é uma coisa ardente
E produz um círculo de chamas
Cercado por desejo selvagem
Eu caí num círculo de fogo...
O sabor do amor é doce
Quando corações como os nossos se encontram.
Eu me apaixonei por você feito criança
Mas o fogo se tornou selvagem...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

CAOS urbano



Dedico este escrito ao meu amigo hodierno David "Gilmour"

Você sempre me fala do CAOS urbano... eu bem sei o que é isso. Nas metrópoles as vidas são cozidas a lenha verde. Thoreau já dizia que as cidades corrompem as pessoas. Eu creio que isso procede. Toda a perversão, falcatrua, falésia, traquinagem, mentira, injúria, vícios, blasfêmia e imundice eu conheci nas cidades, nas metrópoles. As pessoas acotovelam-se como ovelhas nos cubículos, de tanto medo dos lobos tornam-se lobos também. É o que Reich diz sobre os pardieiros, hotéis para pombos, vidas de plástico em casas de plástico, rostos que não emocionam nem se emocionam. Eu creio que o ser humano é a extensão da natureza, parte integrante da mesma, mas nas cidades ele se torna mais uma peça, mais um membro, mas um cidadão sem rosto na grande multidão solitária. Creio também que nas cidades, em qualquer forma de urbanização, não há minima possibilidade de ser livre, o espaço físico justifica isso. Eu agradeço a Deus por morar em em meio a natureza, junto a terra. Ali sou de certa forma livre e este ambiente me purifica. Não suportaria viver como um animalzinho na jaula. Quero a liberdade de andar descalço pelas matas e estradas, longe de todo o concreto e cimento, quero produzir meus próprios alimentos e cada vez ficar menos dependente da industria e da tecnologia que robotiza vidas e frauda até a própria linguagem, essa porcaria da linguagem da informática está distorcendo o vocabulário. Quero ter apenas sossêgo e PAZ pra escrever meus poemas, minha música e criar meus animais, lavrar a terra, e fazer coisas alternativas, depender apenas do essêncial citadino (o essencial de Hegel); longe de todo caos, de toda poluição, de todo corrimaço, longe de todo o consumismo e manipulação, selvageria e ignorância urbana. Almejo, talvez em breve construir meu chalé mata adentro, talvez eu construa-o com minhas própria mãos, enfim construir um abrigo para meu corpo e meus pensamentos e assim viver cada vez mais alheio da dita sociedade civil. E falando sem sociedade civil, como é a dialética dos ambientes acadêmicos??? Ninguém lê mesmo, ninguém QUER NADA COM NADA! Um bando de disinteressados que ficam apenas tirando onda, anos e mais anos, só tirando chimfra perâmbulando pelos ambientes de "grande erudição", por que isso é "descolado", é "bacana", convenhamos, qualquer otário pode passar num vestibular, agora quem consegue evoluir dentro de um ambiente desses são poucos, raros, alguns saem pior do que entraram. As universidades são depósitos, que armazenam uma corja de vadios e desinteressados, isso é lamentável e revoltante. Um espaço onde o conhecimento deveria ser o combustivel da mudança e da transformação da sociedade, serve de espaço para o conformismo de individuos sem cheiro e nem sabor, contrastando com maconheiros discutindo, apenas discutindo "IDÉIAS SUPERLEGAIS E REVOLUCIONÁRIAS" Assim não há futuro. Por isso não vejo a hora de cair fora desse ântro ignóbil, já estou farto...já perdi cinco anos de minha vida testemunhando essas coisas, 5 ANOS EM VÃO!!! Tudo o que aprendi e conheci foi por puro interesse e vontade própria. 5 anos, A VIDA DE UMA CRIANÇA!!! Daria no mesmo se eu ficasse no meio do mato com alguns livros, seria até mais vantagem, pois assim não estaria exposto a tanta bobagem e tosquidão, e ainda teria poupado a minha saúde, principalmente meus olhos. Mas posso dizer que estou saindo do ambiente acadêmico vitorioso, pois hora alguma me deixei influenciar, essa é grande sacada. Mas façamos a nossa parte. Sabe David "Gilmour", o mundo está muito burro. As pessoas de uns tempos pra cá vem sofrendo de um emburecimento generalizado, e uma grande inércia, (eu digo que é indolência mesmo, pura vadiagem), assola e envolve as pessoas...Não sei o que acontece...Talvez seja a falta de Deus ou o excesso de igrejas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vintage-tattoo27




A milenar arte de se tatuar em uma foto de época. Tatuagem não é modismo, nem coisa de surfista, nem de marginal. Tatuagem é coisa tribal. A exaltação de um simbolismo, a expressividade de um corpo e seus significados, o corpo que fala por si mesmo. A imagem que vale mais que mil imagens.

Magia na mídia



Dizem que está imagem apareceu no meio televisivo no dia 07/09/2010 e durante 5 minutos foi exibida em todos os canais abertos e fechados de TV de todo o mundo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

3ª ANIVERSÁRIO VUTUS-MC

AS PEDRAS VÃO ROLAR...
E montados em nossos cavalos de metal, vamos incendear a noite.


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Thank You - Led Zeppelin




Thank You
If the sun refused to shine
I would still be loving you
When mountains crumble to the sea
There'll still be you and me

Kind woman, I give you my all
Kind woman, nothing more

Little drops of rain, whisper of the pain
Tears of loves lost in the days gone by
My love is strong with you there is no wrong
Together we shall go until we die

Inspiration is what you are to me
Inspiration, look to see

And so today, my world it smiles
Your hand in mine we walk the miles
Thanks to you it will be done
For you to mare are the only one

Happiness, no longer sad
Happiness, I'm glad

If the sun refused to shine
I would still be loving you
When mountains crumble to the sea
There'll still be you and me, and me